sexta-feira, 29 de junho de 2012

Ecodesign

Design ecológico ou ecodesign é o termo para uma crescente tendência mundial nos campos da arquitetura, engenharia e design em que o objetivo principal é desenvolver produtos, sistemas e serviços que reduzam o uso de recursos não-renováveis e/ ou minimizem o seu impacto ambiental sendo assim amigáveis para o meio ambiente.

 Fonte: http://ecoartdecor.wordpress.com/2012/03/19/como-surgiu-o-termo-ecodesign/


Mas a relação do design com a ecologia, não é nova como parece, o primeiro designer a ter consciência do impacto ambiental da profissão foi o americano Victor Papanek nos anos 1970. Visionário, foi um homem a frente do seu tempo, mas mesmo assim ridicularizado pelos colegas,que acreditavam que esta preocupação pela relação do design com o entorno artificial e natural era exagerado.





Princípios do Ecodesign:

• Escolha de materiais de baixo impacto ambiental: menos poluentes, não-tóxicos, de produção sustentável ou reciclados, ou que requerem menos energia na fabricação.

• Eficiência energética: utilizar processos de fabricação com menos energia.

• Qualidade e durabilidade: produzir produtos que durem mais tempo e funcionem melhor a fim de gerar menos lixo;

• Modularidade: criar objetos cujas peças possam ser trocadas em caso de defeito, pois assim não é todo o produto que é substituído, o que também gera menos lixo.

• Reutilização/Reaproveitamento: Propor objetos feitos a partir da reutilização ou reaproveitamento de outros objetos; projetar o objeto para sobreviver seu ciclo de vida, criar ciclos fechados sustentáveis.



Luminária de Livro – Reaproveitamento de materiais:

 
Fonte: http://jothadesign.blogspot.com.br/2012/02/ecodesign.html



Embalagem-Cabide

Fonte: http://jothadesign.blogspot.com.br/2012/02/ecodesign.html


Nos ambientes, cada vez mais tem sido utilizados os móveis ECO, reaproveitamento de materais denominados “lixo”, restauração de móveis antigos, dando um novo visual a eles...

Apoio para panelas feito com rolhas de cortiça!!!!

 



Olha essa parede com caixotes de vinho!!!!


Estudio de som, papelão, tambor de máquina de lavar roupa, foram alguns dos materiais reutilizados...


Fonte: http://blogdacasapontocom.blogspot.com.br/2011/08/mostra-mueller-ecodesign-em-sua-quarta.html

Faça você também!!!




quinta-feira, 28 de junho de 2012

Banheiro Preto e Branco...

Banheiro feito para um jovem cliente em Canoas...
Ele queria algo diferente do tradicional
Com um grande espelho para ampliar o espaço...
Com um espaço para toalhas...
Prateleiras para perfumes...


A ideia dele era que a pia não ficasse alinhada com a bacia sanitária, pois ficaria ruim o acesso....

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Dicas de Iluminação de Interiores

Iluminação vai além de jogar luz no ambiente. Se a perfeição está nos detalhes, são eles que fazem toda a diferença. Mais que um trabalho, é a nossa filosofia.


Fonte: http://www.decoracaointeriores.org/iluminacao-interior/

O ideal é que comecemos definindo layout do ambiente, pois é em cima dele, é que teremos diferentes pontos de iluminação e necessidades diferenciadas também. Certas atividades vão preferir uma luz mais branca e forte, para que se tenha muita atenção no que se faz, outras como assistir televisão ou um jantar mais íntimo, vão preferir uma luz mais baixa que não agrida aos olhos.

Fonte: http://imoveis.culturamix.com

As conseqüências da iluminação adequada são notadas principalmente:

• Na segurança do trabalhador - diminui a probabilidade de ocorrência de acidentes.
• Na produtividade - diminui a probabilidade de falhas e desperdício de material.
• Na qualidade - diminui a probabilidade de não conformidade no produto final.
• No bem-estar do trabalhador - diminui a probabilidade de fadiga visual e torna o ambiente mais agradável.

Fonte: http://colunistas.ig.com.br/dicasdaarquiteta/

Existe uma série de fatores a serem considerados para que se tenha um local de trabalho adequadamente iluminado:

• Tipo de lâmpada e de luminária.
• Quantidade de luminárias.
• Distribuição e localização das luminárias.
• Cores adequadas do ambiente.
• Manutenção e limpeza das luminárias.

O efeito da iluminação em nós [pode ser] semelhante ao de um dia cheio de sol ou ao de um dia triste e chuvoso.

Uma boa iluminação pode acentuar extraordinariamente a beleza de qualquer espaço e torná-lo confortável e cosy sem que se perceba porquê á primeira vista, assim como uma má iluminação consegue matar mesmo uma boa decoração, ser desconfortável e entristecer quem nele habita.

Fonte: http://lorenaarquiteta.blogspot.com.br/

Para que possamos viver sempre em dias de sol, uma boa iluminação deve {pode?} ser pensada e estruturada da seguinte maneira:

1º Não deve ser distribuída de forma uniforme. {Aquilo} que se pretende não é que a luz seja igual em todo o espaço porque o tornará mortiço, sem energia própria é muito cansativo para quem lá se encontra (especialmente se for por muitas horas, e, como é o caso, na grande maioria dos escritórios e espaços públicos do nosso país).

2º Devemos pensar o espaço comparando-o á natureza, onde existe sempre sombra e sol, não ter medo das sombras. Iluminar bem os recantos ou peças que queremos realçar, para que ganhem vida própria, e deixar menos iluminados os recantos ou peças que merecem menos relevo, conseguindo assim um espaço vivo, dinâmico e agradável.

3º Ter em atenção que a iluminação a selecionar não deve ser toda do mesmo tipo (toda de teto, toda de mesa ou toda de uplights). A variedade de tipo de iluminação ajuda ao efeito natureza, á alegria do espaço e ao bem-estar.

4º Cor da iluminação
No caso de selecionar candeeiros de mesa com abat-jours, escolher sempre abat-jours com cores que favoreçam a cor da pele e nunca cores esverdeadas, que conseguem dar a qualquer pessoa, mesmo acabada de chegar da praia, um ar de doente.

No caso da iluminação florescente, nunca deve ser escolhida a cor branca, tipo supermercado, pois terá o mesmo efeito doentio, mas sim a cor mais amarelada, mais parecida com a iluminação incandescente e com a luz do sol, que dará um ambiente mais natural, luminoso e agradável.

Quando for necessário substituir uma ou mais lâmpadas, (especialmente em escritórios e espaços públicos) ter o cuidado de o fazer pela mesma referência e cor das originais, para que não resulte, como infelizmente tantas vezes acontece, num espaço com iluminação de tecto de vários tons e intensidades.

5º A iluminação deve poder ser adequada a todos os tipos de ambiente que se pretende criar num mesmo espaço, para que se possa adaptá-la a cada ocasião. Deverá ser sempre instalado um reóstato nos comandos da iluminação do espaço a fim de regular a intensidade de luz pretendida para cada ocasião, rentabilizando assim ao máximo os efeitos cênicos que podemos criar e poupando energia. Para além de se poderem evitar, no caso de casas particulares, algumas reclamações dos maridos com o excesso de luzes acesas.
É evidente que fica muito por dizer sobre este assunto, mas já me daria por satisfeita se conseguisse contribuir para que haja mais dias de sol na sua vida.

Fonte: Tereza Prego

 
Fonte: http://maisarquitetura.com.br/

http://www.seularaqui.com.br/colunistas/pamela-gautto/

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Bar e home...

Mais uma da série home e bar...
esse home é uma continuação de uma área de churrasqueira...


Abaixo da escada, uns nichos que acompanham a descida da escada....
com espelhos dentro deles...



 No jantar, um painel com espelho....

No home, um painel que acompanha o desenho da parede...


 Vista geral da sala...

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Jardim em apartamentos...

Muitas pessoas ainda relutam em sair de uma casa e mudar para um apartamento. Um dos principais motivos para tal resistência é a falta de espaço, o que inclui também abrir mão do jardim. Porém essa desculpa já faz parte do passado. Com novas técnicas, criatividade e bom gosto é possível criar um jardim dentro do apartamento, mas é preciso atenção ao microclima do imóvel e à compatibilidade das plantas com o espaço.

Segundo a artista plástica e paisagista Gica Mesiara, cada apartamento tem o seu próprio microclima e é preciso verificar se o ambiente fornece os elementos necessários para o cultivo das plantas. "Os apartamentos são diferentes uns dos outros. Uns são mais ensolarados, outros têm mais sombra. Antes de comprar é preciso avaliar o que o espaço oferece para o crescimento e desenvolvimentos das plantas ", comenta a paisagista. Incidência direta de luz solar e a ventilação do apartamento contribuem para determinar o tipo de planta que melhor se adapta ao espaço. "O bambu mossô, por exemplo, é uma planta bastante procurada por ser bonita, porém, esse tipo de vegetal não sobrevive em ambientes internos", explica a paisagista.

Gica aconselha a não usar árvores e arbustos de grande porte devido ao tamanho de seus vasos, que ocupam muito espaço. Algumas plantas como a samambaia, árvore da felicidade e o lírio são mais indicados, pois se adaptam bem ao ambiente interno, não necessitando de sol em abundância.

O paisagista Alexandre Zebral comenta que uma de suas preocupações ao montar um projeto é com a distância entre a planta e a janela, que deve ser no máximo de 3 metros. O paisagista sugere o uso de plantas que toleram meia sombra ou sombra total. Outro fator a se avaliar é a incidência de luz, que pode ser plena (a planta fica exposta ao sol durante todo o dia) ou indireta (exposta aos raios solares apenas em um período do dia).

Alexandre sugere buscar informações sobre o tipo de planta que se tem intenção de usar na decoração. "Dependendo da espécie, a planta não permite poda para controle de tamanho. Outro problema é em relação ao uso de flores nos ambientes internos, pois elas precisam de muita luz para se desenvolver. Para ambientes com ausência de luz, utilizamos as folhagens", explica o paisagista.



Os ambientes mais explorados para instalação de jardim são varanda e sala, devido à maior incidência de energia solar. Luminosidade, ar condicionado e circulação de ar interferem diretamente na escolha das plantas, pois determinam também a velocidade de evaporação da água. Para evitar problemas com infiltração e perda de plantas, Gica sugere a contratação de um profissional especializado para produção do projeto paisagístico e consultoria.

Para ambientes que não possuem iluminação suficiente, como cozinhas e cômodos da área íntima, uma opção é a iluminação artificial. Segundo a paisagista, essa técnica já é bastante utilizada no exterior, porém, ainda não há ferramentas no mercado brasileiro que atendam satisfatoriamente as necessidades de iluminação de determinadas plantas




Transformar sua varanda em um pequeno jardim, com plantas e flores, é a alternativa ideal para deixar o apartamento com uma área mais aconchegante. Mas atente-se para alguns detalhes antes de investir em uma área verde particular:

✔ Busque informações, junto à construtora, sobre a estrutura da varanda, para saber até que ponto ela pode suportar o peso dos vasos, terra, plantas e outros elementos envolvidos na instalação de sua mini-floresta;

✔ Por mais simples que seja seu projeto, busque sempre a instrução de um paisagista. Ao final deste post listamos alguns paisagistas em Goiânia, para facilitar seu trabalho;

✔ Não plante nada diretamente sobre o piso ou laje, para evitar infiltrações e invasão de raízes nos ralos e vãos do concreto. Use vasos e caixas específicas para plantas, que são facilmente encontrados em uma das lojas listadas neste post;

✔ Dê uma atenção especial ao sistema de escoamento da água até os ralos, para evitar a formação de poças d’água na sua varanda. Se possível, crie um declive ou uma calha e capriche na impermeabilização;

✔ Se a intenção é dar uma impressão de canteiro natural, plante seu jardim em caixas com bordas baixas e as esconda com pedras ou brita;

✔ O excesso de vento é um dos principais desafios ao manter um jardim na varanda de apartamentos mais altos. Para reduzir os impactos proteja as plantas mais frágeis criando uma espécie de barreira com plantas mais resistentes, como mini-palmeiras, bambus e trepadeiras;

✔ Tenha sempre em mente que as plantas cultivadas em varandas sofrem grande perda de umidade e precisam de regas diárias para se manterem sempre úmidas;

✔ Não se esqueça da adubação, que deve receber uma atenção diferenciada, pois as regas freqüentes ajudam a eliminar os nutrientes;

✔ Crie um “paredão verde” usando bromélias e orquídeas. Fica muito bonito!

✔ Uma alternativa ainda mais simples é a criação de mini-jardins, com miniaturas de plantas que formam uma espécie de jardins portáteis. Você pode montar arranjos com pequenos cactus, mini-bromélias ou com plantas aquáticas.

Fonte: http://www.adaoimoveisblog.com.br/